segunda-feira, 9 de setembro de 2019

ARTISTA BRITÂNICO COLORIZA FOTOS DE TRABALHO INFANTIL NOS EUA NO COMEÇO DO SÉCULO 20

No início do século 20, o fotógrafo americano Lewis Wickes Hine retratou algumas instâncias de trabalho infantil nos Estados Unidos. Numa época em que as noções de infância e adolescência eram bem diferentes, o trabalho de Hine, que também era sociólogo, foi um dos principais catalisadores para as transformações na legislação do trabalho infantil no país.

O artista britânico Tom Marshall colorizou algumas dessas fotos. Através de seu trabalho na agência MediaDrumWorld, ele entrou em contato com outros artistas que fazem a mesma coisa. Depois de publicar diversas imagens em jornais de seu país, ele lançou um livro, Retrographic, apenas com icônicas imagens coloridas.

Fã do trabalho de Hine, Marshall também colorizou e disponibilizou algumas fotos do fotógrafo norte-americano. O resultado ficou impressionante.





quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Lobby americano criou planejamento familiar no mundo, diz historiadora e pesquisadora Fernanda Takitani

O planejamento familiar e a interrupção da gravidez foram ideias fundamentadas por organizações estadunidenses para o controle populacional, principalmente nos países subdesenvolvidos.

De acordo com Takitani, fundações norte-americanas como Rockfeller e Ford incentivaram o governo americano, durante as décadas de 50 a 70, a investirem o dinheiro público em medidas de planejamento familiar em outros países. 

Os grupos viam o descontrole populacional como uma ameaça à paz mundial, na visão da historiadora.  “Essa estratégia passa por capacitar pessoas para que elas possam fazer pesquisa e estudos em demografia de modo que praticamente essa cadeira seja criada por doações destas fundações [...] o segundo momento, uma vez tendo já este capital intelectual fomentando estudos de população, seria o incentivo de medidas médicas, com o dinheiro americano para realizar esterilização em mulheres e aborto”, argumentou Takitani.

FONTE: Câmara

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Constelação familiar: O que é, preço e como funciona

Ao nascer, uma pessoa traz consigo características genéticas. Na maioria das vezes, os traços mais notáveis são aqueles relacionados a aspectos físicos, como fisionomia, cor dos olhos, estrutura corporal e até mesmo algumas condições de saúde. Da mesma forma, ao longo do desenvolvimento, algumas particularidades emocionais também se manifestam, como comportamento, maneira de reagir às situações e até mesmo gostos e aptidões. Quem nunca ouviu a frase "Você puxou isso do seu pai" ou "Você tem talento como sua mãe"? É comum achar que a herança dos antepassados se restringe a esses aspectos.

No entanto, nossa ancestralidade é muito mais complexa do que se imagina e pode influenciar, inclusive, alguns fatos e padrões de comportamento na vida de uma pessoa. O filósofo, teólogo e psicólogo alemão Bert Hellinger é um estudioso desse tema. Após conviver por 16 anos com a tribo dos Zulus, na África do Sul, e estudar profundamente diferentes correntes dentro da psicologia, ele chegou à conclusão que os seres humanos estão energeticamente conectados aos seus antepassados por meio de um campo morfogenético, algo como uma energia coletiva.

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